Aposte suas fichas em Punta del Este

As belezas do balneário uruguaio

Casapueblo

Casapueblo

Punta del Este está para o Uruguai como o Rio de Janeiro para o Brasil: é repleta de belas praias, gente bonita, além de ser a capital nacional do turismo e da diversão madrugada adentro. Mas com diferenças marcantes em relação à Cidade Maravilhosa: é um lugar seguro, onde apostar a sorte em cassinos é permitido (e recomendado!). À uma hora e meia de Montevidéu, Punta del Este fica na pontinha do Uruguai. De um lado, está voltada para o Rio da Prata, onde as águas são calmas e boas para famílias com crianças. Do outro, de frente para o Oceano Atlântico, tem ondas e vento na medida para os fãs de esportes radicais. Em comum, os dois lados exibem feições mediterrâneas e um clima de sofisticação como em poucos lugares da América do Sul. 

Pôr do sol em Punta

Não à toa virou o destino de verão do momento para os brasileiros. As razões dessa preferência começam nas mesas de jogos. Apelidada de a “Las Vegas uruguaia”, a cidade oferece cassinos como o Conrad, com máquinas caça-níquel, roletas e black jack espalhados por uma área equivalente à de dois campos de futebol. Já o Mantra ganhou fama por sediar uma das etapas do Latin American Poker Tour, o maior torneio continental de pôquer.

Conrad

Durante o dia, a pedida no balneário é esticar a canga nas praias sem se preocupar com o relógio - e opções de enseadas não faltam. A Península é mais cosmopolita: em suas areias, há espaço para aqueles que querem exclusividade e os que não pedem mais do que apenas um lugarzinho ao sol. É nesse miolinho que fica o centro nervoso de Punta e os endereços para tirar o cartão de crédito do bolso. Na Avenida Gorlero, a principal da região, dá para encontrar presentinhos em conta nas lojinhas populares. Bem diferente da Calle 20 El Remanso, onde ficam as vitrines de grifes como Fendi e Valentino. La Barra, acessada pela famosa Ponte Ondulada, é tão badalada como Jurerê Internacional, em Florianópolis. Frequentada por uma galera mais jovem, o movimento por ali começa a esquentar mesmo depois das 16 horas, quando a moçada se divide entre o mar, os bares, as lojas descoladas e as casas noturnas onde o agito segue sem ter hora para acabar. José Ignácio, um pouco mais distante da Península - e, por isso, mais sossegada -, faz o estilo hippie-chique, com direito a pufes à beira-mar e uma orla tomada por Porsches, BMWs, Ferraris e Mercedes.

Mesmo que suas águas não sejam das mais calmas, La Brava é muito bem estruturada, tem bons restaurantes e umas das atrações mais clicadas de Punta. A La Mano, criada pelo artista plástico Mario Irarrazabal, é uma escultura em que dedinhos saem das areias - e ponto de parada obrigatório.

Ao contrário de La Brava, La Mansa, como o próprio nome sugere, tem águas tranquilas e é indicada para famílias com crianças. É nela que está o Barradas Parque Hotel & Spa, um hotel que cumpre todos os requisitos para se hospedar bem em Punta. Tem 71 quartos completos, equipados com TV LCD com canais a cabo, banheira e ar-condicionado. Sem falar das piscinas gostosas, da quadra de tênis, das salas de massagem, do salão de jogos para a garotada, do B Restaurante e dos 600 metros de jardins. Punta Ballena também merece um espaço especial no roteiro. O motivo é a Casapueblo, a casa-escultura que o artista plástico uruguaio Carlos Paez Vilaró construiu em 1960 sobre uma colina com vista para o mar. Ela é, na verdade, hotel, museu, ateliê, loja, café e a residência de Vilaró. Ali, o pôr do sol ganha status de espetáculo todos os finais de tarde. Isso porque, nas varandas debruçadas sobre a água, enquanto o sol se despede de mansinho até desaparecer de vez no mar, ouve-se um poema escrito pelo próprio Vilaró. Uma experiência romântica e inesquecível.

Barradas Parque Hotel & Spa

 

 
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