Descubra Nova York

Das megalópoles do mundo, Nova York City é, provavelmente, a mais famosa. Presente no imaginário de milhares de pessoas, já foi retratada em um incontável número de filmes e séries. É um destino de grandes proporções que se transforma a cada dia, ou seja: sempre há algo novo para conhecer, restaurante diferente para provar, alguma exposição temporária imperdível ou um show recém-lançado da Broadway.   

Contudo, os clássicos da Big Apple tem esse título por um motivo e realmente são imperdíveis – principalmente na primeira visita a cidade. Um dos que primeiro vem à cabeça é a Estátua da Liberdade, de 1886. Ela foi doada aos Estados Unidos pelo povo francês e é hoje um dos pontos mais fotografados.   

Há diversas formas de conhecê-la: entrar no monumento e subir ao observatório que fica na coroa;  acessar somente o pedestal e o museu; ou tickets que liberam apenas a visita pela ilha. As duas primeiras opções são bem concorridas, então o bilhete deve ser adquirido com bastante antecedência. O acesso até lá normalmente é feito a bordo de um ferry boat.
  
Por outro lado, quem não faz questão de chegar tão pertinho, pode optar pelos passeios de barco que passam em frente ao monumento, mas não atracam na ilha, e ainda dão um panorama do cenário nova-iorquino com seus arranha-céus e pontes.
   
E dentre os prédios de NYC,  o Empire State Building é o protagonista do skyline. Construído em 1931, tem 443 metros de altura e mais de 100 andares. Ele tem deque observatório que permite vistas e, claro, fotos incríveis. Contudo, o turista também precisa ter uma visão da cidade com o Empire no cenário, por isso é importante incluir ao roteiro o terraço Top of The Rock, observatório no 70o andar do Rockefeller Center.
  
O endereço, aliás, é parte de um complexo com outros prédios, lojas, restaurantes e o enorme teatro Radio City Music Hall. Se a viagem estiver programada no inverno, o Rockefeller tem um movimentado ringue de patinação e, durante a época das festas de fim de ano, fica mais bonito com uma grande árvore de Natal.  Ali pertinho, mais um ponto famoso, a St. Patricks Cathedral.
   
Ainda falando em cartões-postais, um dos cenários mais icônicos da cidade é a Times Square. Letreiros luminosos e muita movimentação no cruzamento da Broadway com a 7a Avenida, que fica especialmente bonita à noite. Não tem programa mais turísticos que passear pelas lojas da região (as principais marcas estão nas redondezas), jantar e curtir algumas das dezenas de musicais em cartaz nos teatros da Broadway. Ali, onde foram eternizados espetáculos como Wicked, Fantasma da Ópera e Rei Leão.
    
Mas nem só de paisagem urbana sobrevive Nova York, afinal ela tem um dos parques mais bonitos do mundo: o Central Park, com 3 mil metros quadrados. Entretanto, assim como tudo na metrópole, ele vai além das óbvias e belas áreas verdes: dentre suas muitas atrações, tem a estátua da Alice no País das Maravilhas, zoológico, a fonte Bethesda, lagos para românticos passeios de barco a remo, e o memorial Strawberry Fields que homenageia John Lenon (é um mosaico de pedras portuguesas com a palavra Imagine, título de uma de suas canções mais célebres).
  
Cheia de vida e cultura, Nova York, ainda é casa de uma infinidade de museus. Alguns dos principais são o Met - Metropolitan Museum of Art com obras de diversos períodos (obras de arte romana, egípcia e renascentistas, por exemplo); o Moma - Museum of Modern Art com acervo fixo e exposições temporárias focadas em arte moderna; o Museu de História Natural famoso pelos fósseis de dinossauros; e, com coleção eclética que vai de pinturas de Cézanne a obras contemporâneas, o Museu Solomon R. Guggenheim - seu próprio prédio, cheio de curvas, é uma atração. Programação garantida para crianças e adultos.

Da gastronomia também não se pode reclamar, por que a cidade conta com mais de 90 estrelas do guia gastronômico Michelin em seus restaurantes, inclusive alguns sem cardápios caríssimos.  Além, é claro, de outros ótimos endereços que ficam fora da seleção e food-trucks. E os gourmands de plantão devem dar uma passadinha no Chelseas Market, mercado que tem, praticamente, de tudo: empórios, cafés, restaurantes e lojinhas de diversos produtos. É difícil pensar em alguma culinária do mundo que não tenha sido representado em alguma casa nova-iorquina.
  
A Big Apple também é democrática na hora das compras, como prova a icônica Quinta Avenida que reúne não só marcas como Prada e Dolce&Gabbana, mas também unidades da Zara e da Urban Outfitters, além da famosa loja da Apple. Isso sem falar dos outlets e outras lojas com ótimas barganhas da região. Consumo e dinheiro são elementos que movem o destino e seu coração financeiro é o bairro Financial District, que não deixa de ser uma zona turística com a famosa Wall Street, grandes torres e o Charging Bull (escultura de bronze de um touro).
  
Entre um passeio e outro, é importante reservar um tempinho para conhecer a Grand Central Station. Construída no comecinho do século 20, é o centro do transporte local e figurinha constante em filmes que se passam em NY. Os destaques são o teto pintado em cores celestes e relógio de bronze, mas também tem lojinhas, lanchonetes e restaurantes com bom custo-benefício.

Tão cheia de vida, é até difícil pensar que a recente história local inclui o atentado de 11 de Setembro de 2011, em que um ataque terrorista derrubou as torres do World Trade Center. No lugar exato onde elas estavam, foi construído o 9/11 Memorial & Museum em homenagem às vítimas. Ele consiste em uma espécie de praça com duas piscinas onde o nome de todas as pessoas que morreram aquele dia estão gravados, além do museu propriamente dito.

Ali perto, ainda no terreno das torres gêmeas, está o One World Trade Center, inaugurado em 2014 para, entre outras coisas, evidenciar como a cidade conseguiu se recuperar da tragédia. Atualmente, ele é o prédio mais alto do hemisfério ocidental e tem um observatório com belas vistas da região.    

Vale lembrar que área que muitos definem como Nova York é, na verdade a Ilha de Manhattan. Nova York, de fato, vai além das suas famosas pontes e inclui áreas como Brooklyn, Queens, Bronx (berço do Hip Hop) e Staten Island, ilha mais afastada muito lembrada pelas praias South Beach and Midland Beach.

Galeria de Imagens

Melhor época para viajar

Nova York é interessante em qualquer estação do ano. No verão, os termômetros podem ultrapassar a marca de 40oC. Já de dezembro a fevereiro, durante o inverno, é comum nevar e as temperaturas ficarem abaixo de zero. A probabilidade de chuvas aumenta entre março e agosto. O Thanksgiving, feriado do Dia de Ação de Graças celebrado na quarta quinta-feira de novembro, é bem importante para a cidade. É nessa data que acontece o desfile com balões gigantes, músicos e artistas: a Macy's Thanksgiving Day Parade. E, na sexta-feira do dia seguinte é a Black Friday, quando as lojas americanas fazem grandes promoções

Como chegar

Para uma cidade grande como Nova York, apenas um aeroporto não bastaria e os brasileiros costumam desembarcar no John F. Kennedy International Airport ou o Newark Liberty International Airport. O primeiro fica no Queens, a 25 quilômetros da Times Square, a cerca de 26 do Rockefeller Center e a 27 do Central Park. Já o Newark Liberty International Airport está a 27 quilômetros do Empire State Building, a 20 quilômetros do 9/11 Memorial & Museum e a 30 quilômetros do The Metropolitan Museum of Art. A região conta ainda com o Airport La Guardia, a 15 quilômetros da Times Square, que é uma opção mais comum para quem chega em voos domésticos de outras cidades americanas.

Onde ficar

A ilha de Manhattan, onde estão as principais atrações como o Empire State Building, é a alternativa preferida dos turistas e o ideal é ficar próximo a estações de metrô se for utilizá-lo para se locomover na cidade. O burburinho está concentrado nos arredores da Time Square da Quinta Avenida. Por outro lado, as áreas de Upper East Side e Upper West Side são mais residências e, por isso, tranquilas. Já Chelsea é um bairro mais jovem e artístico. Entretanto, para preços mais baixos melhor sair da ilha principal e ir par o Brooklin ou Queens, que costumam oferecer opções com melhor custo-benefício.

Dica do especialista

Por conta do trânsito carregado e complicado de Nova York, alugar um carro para se locomover dentro da cidade não é a melhor opção. Prefira utilizar os famosos táxis amarelos, caminhar ou andar de metrô. 

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