Descubra Chapada dos Guimarães

Tem destino que é imediatamente associado a uma atração, como é o caso da pequena cidade Chapada dos Guimarães, a cerca de 70 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. Seu grande trunfo é o Parque Nacional com mesmo nome, criado em 1989, para proteger uma área que compreende cachoeiras, paredões rochosos, vegetação de cerrado, rios e outras belezas naturais. Um cenário que vem sendo formado a 500 milhões de anos.

Ao chegar, o turista precisa estar preparado para caminhadas, afinal o acesso a grande parte das atrações é feito parcialmente a pé - para muitas delas, aliás, ele precisa estar acompanhado por guias cadastrados. Além de calçar sapatos confortáveis, usar protetor solar e tomar muita água, os turistas precisam ser realistas ao montar sua programação, levando em conta a dificuldade cada trajeto, sua experiência e condicionamento físico
  
A subida ao Morro de São Jerônimo, com cerca de 800 metros de altura, está entre as alternativas mais puxadas. Já o caminho entre a entrada principal e o mirante da cachoeira Véu de Noiva é relativamente simples, em uma trilha de 500 metros de extensão. O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é bem democrático nesse sentido, com opções para quem corre maratonas ou para àqueles que, às vezes, fazem atividade física.

E mesmo quando for percorrer parte do caminho com carro até o Vale do Rio Claro, por exemplo, é preciso se planejar. As estradas até lá não são boas, então o ideal é um veículo com 4X4 para uma viagem mais tranquila. Ao chegar, a recompensa é mais contemplação à natureza, afinal as atividades desse pedaço do Parque Nacional incluem flutuação no rio, banho nas águas cristalinas do Poço da Anta e caminhada à Crista de Galo para admirar os paredões da chapada em uma vista 360o.

Com mais tempo e disposição, é possível incluir ao roteiro mais belezas naturais mato-grossenses: a aproximadamente 50 quilômetros do Parque Nacional, estão a caverna Aroe Jari, com pinturas rupestres e mais de um quilômetro de extensão; e a Lagoa Azul, de águas cristalinas. E, de volta a cidade, onde muitos dos turistas se hospedam, o destaque é a Igreja de Nossa Senhora de Santana  construída em 1779.  No centrinho da Chapada dos Guimarães, ela é uma das únicas construções de estilo barroco autêntico remanescentes do Mato Grosso. 

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Melhor época para viajar

A maioria dos turistas chega a região para conhecer o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, que pode ser visitado em qualquer época do ano. Contudo, vale lembrar que o período de dezembro a março tem maior chance de chuvas. Nessa época, é importante pedir informações na entrada do Parque Nacional, pois elas podem inviabilizar o passeio até as cachoeiras. A época de seca é durante o inverno e começo da primavera, de julho a outubro.

Como chegar

A opção mais próxima para quem vai de avião a Chapada dos Guimarães é o Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande, a 8 quilômetros de Cuiabá. Ele está a aproximadamente 77 quilômetros da Igreja de Nossa Senhora de Santana e 70 do Parque Nacional da Chapada dos Guimarães. 

Onde ficar

Como o Parque Nacional não tem estrutura hoteleira, quem vai visitá-lo se hospeda nas proximidades, em especial na cidadezinha Chapada dos Guimarães, a 11 quilômetros de distância da entrada principal. Quem prefere mais infraestrutura e badalação pode se hospedar em Cuiabá, a capital do Estado, que está a cerca de 70 quilômetros de distância. 

Dica do especialista

O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães tem forte comprometimento com a preservação do meio ambiente e exige o mesmo cuidado ao seus visitantes. Algumas orientações são: o turista é responsável pela retirada do seu próprio lixo (uma sacolinha plástica na mochila já resolve); não é permitido levar rochas e plantas do parque. É imprescindível que os turistas devem permaneçam sempre nas trilhas demarcadas para não se perderem. 

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